Castlevania: Symphony of the Night

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 UM LIVRO DE CASTLEVANIA

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SonyPX
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PostSubject: UM LIVRO DE CASTLEVANIA   Sat 02 Jan 2016, 01:37

Bem, eu já postei sobre isso antes de ontem, mas postei em inglês imaginando que fosse mais prático para os leitores - errei. Pois bem, abaixo está a mesmíssima publicação, mas na nossa vernácula. (Retirei as considerações finais e os desejos de um bom 2016, mas a essência está a mesma.)

Bem, a ideia que eu tinha de fazer um livro veio quando era uma criança, realmente. Quando fui crescendo e quis conhecer melhor as histórias do Castlevania, eu decidi colocá-las todas juntas como um documento. O centro desta é SOTN, tendo em vista que eu realmente queria colocar os outros jogos e, para isto, eu encontrei uma maneira de contar a história por crônicas. Bem, agora estou de viagem, mas assim que eu chegar em casa, vou postar sobre este tema, um capítulo do livro.
Para vocês saberem mais, o livro age como a Bíblia: um monte de livros juntos em apenas um. O livro começa com história de Vlad, o início de seu ministério, o edifício do Castelo, e histórias iniciais - como Castlevania LOI. Depois disso, as histórias passam ao longo da cronologia e muuuuuito depois chega a SOTN. Também está dividido em várias partes, sendo algumas delas: Alucard, Maria, Richter e até mesmo os ajudantes!!
Eu estou como este projeto desde 2013 pegando tudo que eu sei sobre os jogos e que eu aprendi na internet, porque eu n~so joguei todos os jogos da série. É importante também salientar as vozes das personagens são as mesmas dos jogos (para SOTN). Tomando as vozes encontradas no PLAYSTATION, PSP e Sega Saturn.
-ADIÇÃO-
Escrevo também sobre a origem de todas as coisas, como por exemplo: Quem é Shaft?; De que forma ocorreu de Maria estar numa sala que se encontrava em difícil acesso? (Royal Chapel); Como Olrox, Medusa, Múmia, e até mesmo a Morte começaram a trabalhar para Drácula?; O que fez Alucard na sua infância?; Por que existe um padre na Royal Chapel e o que Alucard confessa a ele para que receba absolvição, da mesma forma, quem é a mulher que aparece em espírito e chora se Alucard sentar na cátedra?; Como aquele velhinho da Canoa e o Velho da Biblioteca vieram parar no castelo de Drácula?. Enfim, tanto os personagens, quanto os itens, o detalhe das salas e até mesmo os caixões dos save states aparecem com uma explicação, tanto original, quanto ficcional.
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NITM-T
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PostSubject: Re: UM LIVRO DE CASTLEVANIA   Sat 02 Jan 2016, 05:07

Eu sabia que isso ia acontecer kkkkk O Paulo colocou seu tópico lá na parte Inglês porque você começou em Inglês, mas eu disse que o lugar certo para esse tópico era aqui, mas ele mudou mesmo assim Razz Meu post lá, acabou não fazendo menor sentindo caso você tenha lindo e acabou vindo pra cá de novo (o que eu acho mais certo para esse assunto), mas isso não é nada, é só ele apagar o de lá e você continuar por aqui mesmo.
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PostSubject: Re: UM LIVRO DE CASTLEVANIA   Sat 02 Jan 2016, 20:06

Na verdade, realmente a seção própria para isso é essa daqui. No entanto, se a idéia for utilizar o idioma inglês para que os gringos vejam e entendam com mais facilidade, aí a seção de outros idiomas do fórum é a correta, independente do tema (nela é permitido num tópico em inglês conversarmos em português também). Foi por isso que moví o tópico para lá: http://castlevania.msnboard.net/t652-a-castlevania-book

Você poderá optar por um dos dois e me avisar, aí eu deleto o que sobrar. Seja qual for sua escolha, a idéia do livro foi bacana! Já tinha visto uma idéia parecida, mas o objetivo era um livro com todos os truques (glitches) do jogo, organizados por tipo. Nunca foi feito.

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NITM-T
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PostSubject: Re: UM LIVRO DE CASTLEVANIA   Sat 02 Jan 2016, 22:39

Yeah, esse foi só o lero da coisa, mas eu achei que ali seria somente em base do jogos, por isso falei aquilo rs.
Sobre esse tipo de assunto, eu cheguei a criar um TXT relatando os fatos originais da cronologia incluindo um pouco da história dos personagens coadjuvante e também, uma Enemy List para cada jogo que joguei completa assim como a do Jack incluindo a lista de itens que cada personagem pode pegar no jogo. Outra coisa, foi eu ter copiado em um caderno um lista com vários Glitches, Tricks, Bugs e Techs, mas apenas os nomes, alguns com um subtítulo só que o certo seria com uma explicação de como fazer cada um, mas eu nunca terminei nenhum dos dois.
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SonyPX
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PostSubject: Alucard VS Succubus    Sat 23 Jan 2016, 09:56

今日はみんなさん!!
Gente, falei que quando chegasse da viagem iria postar um capítulo do livro que estou escrevendo. Bem, aí vai o episódio de Alucard vs Succubus. Como falei, quero deixar semelhante ao jogo, mas claro que coloco algumas coisinhas pra ficar mais emocionante. Bem, espero que vcs curtam lol
There it is
 
   Na outra sala, Alucard encontrara um caixão do mesmo modelo no qual ele descansara a pouco, mas desta vez era roxo. Ao aproximar-se, ele se deparou com gritos que pareciam vim de dentro deste caixão. "Mestre, existe uma dimensão abaixo deste caixão" Revelou Pixel. Alucard engoliu em seco e adentrou neste caixão. Sua sensação era de queda livre até um plano frio e húmido. Ao seu redor, tudo parecia morto e escuro. As pernas do vampiro estremeceram ao perceber que estava no mesmo lugar no qual nascera. As casas e as pessoas que se aproximavam eram iguais. Uma multidão se reunia em direção de uma praça, Alucard, sem hesitar, correu para lá. Seus olhos dilataram ao notar uma cruz enorme montada no patamar daquela praça. Uma outra multidão se aproximava trazendo a vítima da crucificação. Era Elisabeth.
   Ao enxergar de longe, Alucard optou por resgatar a mãe, mas ele não conseguia sair do lugar. Optou por gritar, mas sua voz já não mais existia. Elisabeth fora colocada na cruz por dois homens mascarados e a multidão toda gritava: "Bruxa!"; "Filha do Inferno!"; "Feiticeira!"; "Crucifiquem-na!". Alucard tentou roubar a alma de todos aqueles que diziam algo contra sua mãe, pois sabia ele que tudo que falavam era mentira, mas infelizmente, nada em Alucard funcionava contra. Correntes foram colocadas nos pulsos de Elisabeth e não a perfuraram as palmas. O restante do seu corpo estava solto e seu vestido avermelhado modelava-se ao vento frio.
Depois de crucificar Elisabeth, o mundo inteiro parecia ter parado. Agora apenas Alucard, Pixel e sua mãe tinham cores, o resto estava como que sem brilho. "Mãe!" Berrou Alucard, desta vez, ouviu-se a sua voz. "Esta solene voz... Alucard, é você?" Indagou Elisabeth. "Irei salvá-la e levá-la para casa!" Gritou Alucard correndo ao encontro da mãe. Sua felicidade era tão grande que quase não pode conter. "Não" Impediu Elisabeth antes de qualquer coisa. "Deixe-me aqui, e veja-me morrer" Pediu a mulher. Alucard caiu por terra indignado com que ouvira. Seu estômago revirara e ele quase surtou. "Se minha vida pode salvar outras, irei por bem a render” Falou Elisabeth quase sorrindo. "Não! Não deixarei que tal coisa aconteça!" Alucard mal sabia como reagir as coisas que sua mãe falava. Mas o que estava acontecendo? Nunca Elisabeth falaria coisas daquela forma. "Já é demasiado tarde. Apenas fique comigo e ouça minhas últimas palavras". Alucard posicionou-se ainda mais próximo, suas lembranças de infância de outrora já o invadiam a mente. Lembrara principalmente de quando viu sua mãe pela última vez e, agora, a via novamente, e novamente ouviria aquelas belas últimas palavras.
     Elisa agora derramando lágrimas, falou: “Humanos... você não pode viver com eles, odeia-os, fazei-os mal. Eles sofrem, livrai-os de suas dores, começai por aqueles que me mataram” – falando isso, Elisabeth olhara para baixo e aos lados, onde se encontravam as pessoas, pessoas inocentes, assim Alucard discernira. Em sua mente, muitas coisas se passavam, principalmente as lembranças das palavras inesquecíveis de Elisabeth. Não poderia aquela ser a sua mãe. Alucard olhou para o seu ajudante indignado e sem reação, o que seria aquilo? Um pesadelo? Percebendo a reação do filho, Elisabeth questionou o que se passava com ele. “Minha mãe nunca falaria tal coisa” Respondeu Alucard sussurrando. Uma confusão se passava por ele. “O que dizes tu, filho? Sou tua mãe, provai e vede como eu falo: livrai-os”. "Você não é minha mãe" Disse Alucard "Nunca ela falaria coisas desta forma! Se mostre, demônio, sua aparência não me assustará!". De um clarão, tudo mudara, Elisabeth não estava mais na cruz, mas um demônio de aparência feminina. Sua roupa deixava mostrar seus seios e suas coxas, tentação à perca de vista.
O Demônio riu e falou "Forte o suficiente para quebrardes meu feitiço? O gosto". O Demônio se livrou da cruz e desceu ao chão para perto de Alucard. "Succubus" Revelou-se "Rainha dos sonhos, princesa do reino dos céus" Ela riu. Alucard sacou sua espada e furou a barriga do demônio como troco à sua blasfêmia e disse: “Mereces mais que a morte por isso, demônio”. A ferida rapidamente cicatrizou, Succubus, em sua insanidade, bufou: “Então dai-me disso, garoto”.
Saltando, o demônio parou em meio voo no ar e abriu suas duas asas de carne, que sangravam, e chicotes do seu próprio couro surgiram e se estenderam, impedindo Alucard de se mover. Alucard com sua espada e, sem sair do lugar, cortou todos os chicotes com um giro. O demônio dessa vez desceu ao chão e caminhou com um certo rebolado para perto do vampiro. Encostou seu belo rosto no pescoço de Alucard e perguntou-o: "Lorde Drácula, se estiver brincando comigo, revele-se antes que eu te atinja fatalmente." Alucard nada disse, atacou-a com um soco e depois com um chute. Enquanto teve tempo, fechou-se em sua capa e reaparecera atrás de Succubus e furara a barriga dela com sua espada novamente, dessa vez, não tirou a Lâmina do lugar. Uma voz igual ao de Succubus soou nas costas de Alucard. Pixel chamou a atenção do seu amo com um gesto e apontava para trás dele. Quando Alucard olhou para trás, Succubus estava lá e ao mesmo momento, a frente dele. "Esse diabo pode duplicar-se?!" Gritou Alucard. O que ele iria fazer agora?
     A Succubus atrás de Alucard o atacou com uma bola de fogo, que atingiu a capa dele, quase queimou-a por inteiro, pois ainda restou bocado que a Pixel protegera. A outra Succubus, a que estava agonizando com a espada no abdômen, pareceu não ter mais dor e soltou sua mão pesada na cara de Alucard, que caiu junto com a espada, que cortara a Succubus no meio quando deslizara. O demônio, agora partida em dois, flutuou e vomitou sangue sobre Alucard, depois se juntou como um lagarto. Alucard pulou e, transformando-se em morcego, cuspiu fogo contra a Succubus no ar, ela esquivou-se facilmente. "Vadia!" Gritou Alucard furioso, voltando ao chão em forma de homem. As duas Succubus correram para atacar Alucard e ele quase não conseguira raciocinar. "Quão medroso podemos fazer você? Já que não é o nosso senhor Drácula, então, quem és?" Perguntou as duas Succubus no mesmo tempo.
Alucard ofegava, então evocou o Demônio familiar: "Demônio, vinde em meu auxilio!" Ordenou ele olhando para Pixel. O Demônio, que voou para junto de Alucard. "Sim, mestre?" Disse ele. "Qual das duas Succubus é a verdadeira?" Perguntou Alucard, impedindo-as que o atacassem. Uma, ele impedia com seu escudo, e a outra, com a espada. "Meu senhor" começou o Demônio familiar "não posso dizer, pois, nenhuma das duas possuem alma, sem alma, então são similares. Succubus é o demônio do sonho, ela se apodera da alma da pessoa em possessão. O senhor está em um pesadelo produzido por ela enquanto que, na vida fora do sonho, está a sonambular. Sua alma está possuída, mas mesmo assim, ela não sabe quem você é por que ela não tem conquista no coração nem na memória, só na alma. A única forma de parar o sonambulismo em Succubos é exorcizando, sendo assim, impossível para o senhor. A única forma de matá-la no sonho é matar-se aqui mesmo. Se o senhor morrer no sonho, sua alma ficará aprisionada aqui nesta dimensão, ou seja, morrerá na vida real e ficará aprisionado aqui para sempre..." "Para sempre?" Interrompeu Alucard indignado com a explicação do Demônio. "Sim, senhor! Tu estás a frente da rainha dos sonhos, e nesta dimensão, ela pode fazer o que bem desejar, até reviver sua alma e faze-la imortal para fazer o senhor sofrer eternamente".
Succubus notou a inteligência do Demônio familiar e começou a atrasar e fingir ter interesse em matar Alucard, mas prestou mais atenção disfarçadamente no que o pequeno Demônio falava.
     O Demônio ainda gritou: "Mas, meu amo, há uma forma para matá-las sem se matar! Ataque as..." antes que o Demônio pudesse revelar, uma das Succubus o atacara com um chicoteada de couro, que o fez cair agonizante. Alucard, furioso, atacou esta, mas da mesma forma, não funcionara. Alucard tentara imaginar uma forma de destroná-la, mas como?
"Roubo de alma!!" Gritou Alucard, mas nada acontecera. Então ele lembrara que o Demônio familiar falara que Succubus não tinha alma, mas ela se apoderava daquele que ela queria atormentar. Como matarei esse filho do inferno? Cada vez que Alucard atacava, a situação parecia ficar mais difícil.
     Alucard sacou duas adagas e se preparou para um novo ataque. Correu para uma das Succubus e a colocou no chão com um chute certeiro no abdômen. Um simples pensamento sublime mudara tudo, se estava num sonho, tudo que precisaria fazer era acordar. "Vinde, Succubos. Arrasa-me com tua força esplêndida, pois não és a mais poderosa entre as dimensões?" Alucard provocara apontando a espada em direção ao próprio peito. "O que fazes?" Indagou uma das Succubos. Algo inimaginável aconteceu, o vampiro atacou a si mesmo. "Não!" Gritara as duas demônias de uma só vez, produzindo um eco tão grande que explodira os tímpanos de Alucard. As Succubus se juntaram e agora eram apenas uma. Esta, por sua vez pairara até o vampiro e o levantara nos braços.
Os olhos do vampiro finalmente abriram para realidade, pois já havia acordado, pelo menos assim Imaginava ele.
 - Acrodei, Pixel?! – gritou ele.
 -Não, mestre. Eu o revivi. Tendes cuidado, com sua capa agora queimada quase nada podeis fazer para defender-se.
 - O que devo fazer? Tenho ódio em veias, disfarçada de mãe minha, tomou-me emoções e fez-me de fraco, mas eis que acorda em mim uma vingança total. Revelarei minha identidade e a matarei impiedosamente. Ora, já tentei mudar meu pensamento para que eu controlasse este sonho, pois esqueci o que o Demônio Familiar alertara-me sobre ela não estar presente nas memórias. Quando ela aproximar-se de mim, assassiná-la-ei com ataques duplos.
     O vampiro pôs-se de pé e vira Succubus a pleno voo. Alucard se transformara em lobo e correra ao encontro dela, mas novamente o monstro dividiu-se, desta vez, em cinco. Voltando a homem, Alucard deu um pulo duplo e cortara o pescoço de uma delas, mas fora atacado por outra. O Demônio Familiar também atacava. Quando outra foi atacada, todas desapareceram – com isso, ele percebeu que sempre que o monstro se multiplica, existe uma original, ou seja, uma delas tem sim uma alma, porém é invisível naquela dimensão. A fada situou-se ao lado do outro Familiar e o sussurrou algo. “O que planejam?” Perguntou o vampiro voltando-se para eles. “Mestre”, começou Pixel “O Uncurse que conseguiras na Biblioteca tem um poder impressionante de anular dores. Uma vez tomado, o paciente tem uma fração de segundos sob imunidade dolorosa, seja então tomado este frasco por vós e, em tempo, passará por Succubus e se ela atacar-vos, não sentirá dor. Aproveitas este tempo para ataca-la o quão podeis em tua velocidade”. Assim fez Alucard. Correu sacando com uma mão o frasco de Água Benta e com a outra mão, aquele Uncurse. Tomou o frasco de Uncurse e pulara para o demônio, que o atacou, mas de nada adiantou. Neste mesmo tempo, Alucard abriu o frasco de Água Benta sob a cabeça de Succubus, que descera ao chão atormentada. Dando um pulo duplo e depois fazendo impulso ao chão, esmagou a cabeça dela com um chute.
Ainda assim, o rosto de Succubus se regenerou, mas seu corpo ressecou e tornou-se como que de uma idosa. Sangue do vampiro começava a sair de uma das feridas causadas por ela.
 - Oh, sinto teu sangue – Alarmou ela, Alucard nada disse, mas juntou-se aos seus Familiares – tal força, tal beleza. És mesmo filho de Lorde Drácula.
 - Morte no mundo dos sonhos – exclamava Alucard – deixará sua alma vagante pela eternidade, demônio.
Succubus ainda tentou levantar-se, mas morreu. Aos poucos, tudo foi ficando preto e logo Alucard estava no Castelo. O caixão quebrado de lado estava e à frente dele, o Anel de Ouro.
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